

LOA
© Gabriel Wallace
Navegação baseada em desempenho
Operação em espaço aéreo com separação vertical mínima reduzida
Operação no espaço aéreo superior do Atlântico Norte
Créditos operacionais mediante uso de Sistema Avançado de Visão
Comunicação por enlace de dados e vigilância dependente automática
NOSSO PACOTE DE
SERVIÇOS CONTEMPLA:
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Coleta de todos os documentos requeridos
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Preparação e submissão do processo junto à ANAC
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Acompanhamento do processo até a sua aprovação
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Entrega dos manuais impressos e em pdf

LOA PBN
Operadores da Aviação Geral (RBAC 91) necessitam de uma carta da autorização (LOA) para a realização de procedimentos IFR e voos em espaço aéreo RNAV/RNP no exterior.
Mesmo que a intenção inicial seja realizar voos apenas dentro do Brasil, é altamente recomendado que seja feito o pedido de emissão da LOA PBN. Afinal, nunca se sabe quando o proprietário desejará realizar um voo internacional (mesmo para a América do Sul ou Caribe) ou quando será preciso levar a aeronave ao exterior para realizar serviços de manutenção.
Não deixe para depois: solicite hoje mesmo sua LOA PBN clicando aqui.
LOA RVSM
LOA RVSM
Uma LOA RVSM é exigida para realizar voos internacionais entre os FL290 e FL410 (inclusive).
No processo de aprovação, um dos requisitos é o Relatório do Sistema de Altimetria, normalmente obtido em um voo de monitoramento. A Jinkout tem experiência em obter um laudo que substitui o voo de monitoramento, representando uma grande economia para o operador.
Mesmo que a intenção inicial seja voar apenas dentro do Brasil, recomenda-se que toda aeronave tenha sua LOA RVSM. Afinal, nunca se sabe quando o proprietário desejará realizar um voo internacional (mesmo para a América do Sul ou Caribe).
Não deixe para depois: solicite hoje mesmo sua LOA RVSM clicando aqui.

LOA NAT-HLA

LOA NAT-HLA
A operação no espaço aéreo NAT-HLA (North Atlantic High Level Airspace) exige a emissão de uma autorização especial: a LOA NAT-HLA.
O NAT-HLA é um dos espaços aéreos mais congestionados do planeta. A falta de uma LOA pode significar a impossibilidade de ascender acima do FL290, possivelmente representando a incapacidade de realizar determinadas etapas.
Dentro da NAT-HLA, aplica-se o conceito BEBS: Best Equiped, Best Served. Ou seja, aeronaves mais bem equipadas terão acesso aos melhores espaços aéreos.
LOA EFVS
LOA EFVS
Uma LOA EFVS permite o uso de créditos operacionais para pouso com mínimos reduzidos.
O objetivo geral de um EFVS é permitir que o piloto use imagem projetada em um HUD, em vez da visão natural, para continuar uma aproximação por instrumentos abaixo da DA/DH ou da MDA/MDH.
Os créditos operacionais podem incluir:
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Utilização de mínimos abaixo dos mínimos meteorológicos do aeródromo;
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Redução dos requisitos de visibilidade; e
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Redução dos requisitos de facilidades no solo.



LOA CPDLC / ADS-C / PBCS
O CPDLC é um sistema de comunicação entre controladores e pilotos por meio de mensagens via datalink.
Uma LOA é requerida para uso dessa forma de comunicação, contemplando os equipamentos disponíveis na aeronave (FANS 1/A+, ATN-B1 e ADS-C).
Caso se deseje incluir a capacidade PBCS, será necessário apresentar um Programa de Monitoramento específico do operador. A Jinkout está capacitada a elaborar esse Programa.
A cobertura CPDLC se expande rapidamente por todo o mundo. No Brasil, por exemplo, a CPDLC está disponível nas FIR Amazônica, Atlântico e Recife (em breve, em todo o país).
Com as constantes atualizações que estabelecem obrigatoriedade ou vantagem operacional aos operadores CPDLC, o mais seguro é solicitar a LOA, evitando contratempos e a surpresa de não poder voar em determinado espaço aéreo.
